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SIMPERE alerta sobre possível uso indevido de recursos da educação pela gestão João Campos

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Português brasileiro, com pausas naturais entre frases e parágrafos.
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Mais uma polêmica escancara a falta de compromisso do prefeito João Campos (PSB) com a educação do Recife. Desta vez, o Sindicato Municipal dos Profissionais de Ensino da Rede Oficial do Recife (SIMPERE) denuncia uma manobra vergonhosa da gestão municipal para usar recursos dos precatórios do FUNDEF no pagamento de reajustes salariais da categoria.
De forma escandalosa, João Campos quer que a Câmara Municipal autorize o uso de um dinheiro que tem destino certo — a valorização da educação e melhorias estruturais — para tapar os buracos de sua gestão e cumprir acordos salariais que ele próprio não teve competência para viabilizar com recursos próprios.
“Isso é um golpe no dinheiro, no recurso da educação”, dispara Jaqueline Dornelas, coordenadora do SIMPERE. A fala reflete a indignação da categoria, que vê um ataque frontal aos direitos conquistados com muita luta judicial.
Segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), os recursos do FUNDEF não podem, em hipótese alguma, ser usados diretamente para pagamento de salários. São verbas específicas para investimentos na educação pública, não uma espécie de caixa-preta para cobrir falhas administrativas ou acordos de última hora.
O SIMPERE ainda reforça que os precatórios do FUNDEF são frutos de anos de batalha política e jurídica em defesa das professoras e dos professores. E deixa claro: não aceitará que esses recursos sejam usados como moeda de troca nas manobras desesperadas da gestão João Campos.
A pergunta que fica é: até onde vai a falta de compromisso de João Campos com a educação do Recife?
De forma escandalosa, João Campos quer que a Câmara Municipal autorize o uso de um dinheiro que tem destino certo — a valorização da educação e melhorias estruturais — para tapar os buracos de sua gestão e cumprir acordos salariais que ele próprio não teve competência para viabilizar com recursos próprios.
“Isso é um golpe no dinheiro, no recurso da educação”, dispara Jaqueline Dornelas, coordenadora do SIMPERE. A fala reflete a indignação da categoria, que vê um ataque frontal aos direitos conquistados com muita luta judicial.
Segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), os recursos do FUNDEF não podem, em hipótese alguma, ser usados diretamente para pagamento de salários. São verbas específicas para investimentos na educação pública, não uma espécie de caixa-preta para cobrir falhas administrativas ou acordos de última hora.
O SIMPERE ainda reforça que os precatórios do FUNDEF são frutos de anos de batalha política e jurídica em defesa das professoras e dos professores. E deixa claro: não aceitará que esses recursos sejam usados como moeda de troca nas manobras desesperadas da gestão João Campos.
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